terça-feira, 25 de junho de 2013

A Compaixão é o Caminho do Meio


“Sê moral e virtuoso sem permitir que a virtude e a moral constituam sua substância” (Majjhima Nikaya, Capitulo 2).

É preciso resgatar a moralidade das garras do formalismo vazio. Sem um coração compassivo, regras e rituais de nada valem.

A ética e as regras dependem do contexto. Não há regras absolutas nem um relativismo moral, mas deve ser sempre a compaixão e não o dever legal que induzirá a pessoa a agir corretamente.

A dedicação servil à ética doutrinária pode perverter a verdadeira moralidade.

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“E ninguém, acendendo uma candeia, a põe em oculto, nem debaixo do alqueire, mas no velador, para que os que entram vejam a luz.” (Lucas, 11, 33)

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A compaixão é a verdadeira luz divina que deve emanar de nossos corações.

"Por acaso não consiste nisto o jejum que escolhi: em romper os grilhões da iniquidade, em soltar as ataduras do jugo e pôr em liberdade os oprimidos e despedaçar todo jugo?
Não consiste em repartir teu pão com o faminto, em recolheres em tua casa os pobres desabrigados, em vestires aquele que vês nu e em não te esconderes daquele que é tua carne?
Se fizeres isto, a tua luz romperá como a aurora, a cura das tuas feridas se operará rapidamente, a tua justiça irá a tua frente e a Glória de Deus irá a tua retaguarda.
Então clamarás e o Senhor responderá, clamarás por socorro e ele dirá "Eis-me aqui!"
Isto, se afastares do meio de ti o jugo, o gesto ameaçador e a linguagem iníqua; se tu te privares para o faminto, se tu saciares o oprimido, tua luz brilhará nas trevas, a escuridão será para ti como a claridade do meio-dia." (Isaías 58, 6 a 10).

Já ajudou seu irmão hoje?
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