segunda-feira, 2 de março de 2009

Poesia - SONETO A UNS OLHOS NEGROS

SONETO A UNS OLHOS NEGROS

Procurei-te Oh! Bela! Palpitante
Em meu peito sentia todo o ardor
Que queima e arde sem alguma dor
Procurei-te e fui te encontrar tão distante

Tive que por muitas paragens viajar
Fui a lugares aonde nunca pensei ir
Mas quando vi o rosto teu refulgir
Terminei por teus negros olhos amar.

E agora, minha amada, onde estás?
Tive que de teu lar glorioso partir
Obrigado fui a te deixar pra' trás

Oh! Mundo! Parai de girar e de rugir!
Como faminta fera... Amada,... me amarás?
Ou será d'outro de teus olhos o luzir?



Autor: ALEXANDRE ANTONIO COUTINHO FARIA

Escrito em dezembro de 1995

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